O que esta sendo noticia atualmente é essa onda de caos e revolta num lindo lugar chamado Egipto.
Um lugar lindo cheio de maravilhas e beleza tais como:
Piramides do Egipto
Esfinge
Mas atualmente não é essa a visão que se esta tendo de Cairo…
O ditador egípcio, Hosni Mubarak,esta há 30 anos no poder.
No entanto, com as revoltas no país, seu prestígio regional diminuindo, sua saúde fraquejando e dúvidas sobre sua sucessão, muitos se perguntam por quanto tempo Mubarak será capaz de prosseguir.
Na prática, desde que assumiu o poder, Hosni Mubarak vem comandando o Egito como um líder militar.
Ele governa o país com base em uma lei de emergência que dá ao Estado o direito de prisão e de coibir direitos básicos.
O argumento do governo é que o controle total é necessário para combater militantes islâmicos, cujos ataques têm como alvo, com frequência, o lucrativo setor de turismo egípcio.
Sob a liderança de Mubarak, o Egito vive um período de relativa estabilidade doméstica e desenvolvimento econômico, o que levou a maioria da população a aceitar sua monopolização do poder.
No entanto, nos últimos anos, o presidente vem sofrendo pela primeira vez pressões para que a democracia seja incentivada no Egito. As pressões vêm do próprio país e também do seu aliado mais poderoso, os Estados Unidos.
Atualmente:
Dias de protestos em massa em cidades egípcias levaram Mubarak a finalmente nomear um vice-presidente, no último dia 29. Ele é Omar Suleiman, ex-chefe da inteligência egípcia.
Desafiando o toque de recolher e os pedidos do governo para que deixem as ruas e voltem para suas casas, críticos e defensores do ditador egípcio, Hosni Mubarak continuam a protagonizar violentos confrontos no centro do Cairo.
Mais cedo, o vice-presidente egípcio Omar Suleiman disse à agência estatal Mena que os manifestantes deveriam voltar para casa.
“Os participantes nesses protestos transmitiram suas mensagens, tanto aqueles exigindo reformas como aqueles que saíram em apoio ao presidente Hosni Mubarak”, disse.
Logo depois ele reforçou seu pedido a “todos os cidadãos que voltem para suas casas e respeitem o toque de recolher para aumentar os esforços das autoridades para restaurar a calma e a estabilidade, e limitar as perdas que os protestos já causaram ao Egito desde a semana passada”.
Vista aérea da praça Tahrir, no centro da capital egípcia; à noite, local ainda é palco de intensos confrontos
Um grupo de milhares de partidários de Mubarak invadiu mais cedo a praça Tahrir, onde há nove dias manifestantes contrários ao regime acampam e protestam por sua renúncia imediata. Portando paus e chicotes, eles entraram com cavalos e dromedários na praça localizada no centro do Cairo.
Manifestantes pró-governo (abaixo) enfrentam os egícpios anti-Mubarak na praça Tahrir, no centro do Cairo
Não há sinal, contudo, de intervenção do Exército para conter o conflito. Mais cedo, um porta-voz das Forças Armadas pediu aos manifestantes que encerrassem os protestos, já que as demandas foram ouvidas, e permitissem que o país voltasse à normalidade.
Fotos do Confronto
